Protocolo operacional
- Plano e progresso: planejar seleção, licença, arquivos, CSS e testes.
- Fontes de verdade: ler a direção visual, as licenças e webfonts.md.
- Escopo e idempotência: não baixar ou redistribuir fonte sem licença compatível. Preservar arquivos existentes com hash igual.
- Validação: conferir licença, MIME, peso, estilo, carregamento, fallback e legibilidade.
- Resumo final: registrar famílias, origem, licença, arquivos, CSS e pendências.
Fluxo
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Escolher famílias para títulos, corpo, interface e código com base no idioma, no repertório necessário e nas aplicações.
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Preferir WOFF2 variável quando o suporte e a licença permitirem. Manter arquivos estáticos apenas para pesos realmente usados.
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Registrar cada arquivo em
.brandfy/fonts.json, incluindo URL direta, licença, autoria, peso, estilo e hash opcional. -
Executar:
node <caminho-da-skill>/scripts/download-fonts.mjs \ --manifest .brandfy/fonts.json \ --output brand/fonts -
Gerar
brand/fonts/fonts.csscom@font-face,font-display: swap, fallbacks e tokens de família. -
Definir escala, line-height, tracking, comprimentos de linha e usos por função no manual.
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Testar acentos, números, símbolos, negrito, itálico e carregamento offline.
Quando a fonte for proprietária ou hospedada por serviço externo, gerar o CSS de integração sem copiar o arquivo para o repositório.
Raciocínio do especialista
Escolher tipografia pela tarefa: leitura longa, interface, título, número, código, idioma e personalidade exigem parâmetros diferentes. Comparar cobertura de caracteres, legibilidade, pesos úteis, métricas, performance, licença, fallback e manutenção. A semelhança estética com uma referência não compensa arquivo sem licença ou família que falha em acentos e telas pequenas.