Protocolo operacional
- Plano e progresso: planejar estrutura, visual, linguagem, técnica e relatório.
- Fontes de verdade: ler
.brandfy/config.yaml, o manual, os ativos e audit-rubric.md. - Escopo e idempotência: auditar sem corrigir silenciosamente arquivos aprovados.
- Validação: executar o script, inspecionar amostras reais e recompilar o PDF.
- Resumo final: separar reprovações, avisos, comprovações e próximos trabalhos.
Fluxo
- Executar:
node <caminho-da-skill>/scripts/audit-brand.mjs \
--project . \
--config .brandfy/config.yaml
- Conferir presença, formato, dimensão, transparência, hash e nomenclatura dos ativos.
- Comparar o manual com logos, cores, fontes, fotografias, templates e CSS.
Conferir se
CHROMATIC.mdtem origem da cor, esquema do círculo cromático e escolha registrados, sem campos "Pendente". - Testar variantes light/dark, redução, monocromia, contraste, foco, estados e impressão.
- Conferir origem, licença, consentimento, disponibilidade indicativa do nome e observações jurídicas.
- Revisar voz e exemplos em canais distintos.
- Abrir o PDF e uma amostra de cada classe de aplicação.
- Salvar o relatório em
.brandfy/audit.md.
A auditoria só aprova o conjunto quando os arquivos finais, a documentação e as aplicações observadas concordarem entre si.
Raciocínio do especialista
Auditar por cadeia de comprovação: definição, arquivo fonte, exportação, aplicação e documentação precisam concordar. Classificar achados por impacto, probabilidade, alcance e reversibilidade. Diferenciar impedimento de publicação, correção necessária, melhoria recomendada e observação. Não reduzir a auditoria à presença de arquivos.